A FANTÁSTICA EXPERIÊNCIA NO KOB, O TEMPLO DA CARNE MATURADA EM LISBOA

A FANTÁSTICA EXPERIÊNCIA NO KOB, O TEMPLO DA CARNE MATURADA EM LISBOA

To beef or not to beef? Nesse restaurante, a origem, o corte e a qualidade da carne são elementos chave para uma carta variada e organizada por países e em tempo de maturação

 

K.O.B., as iniciais de “Knowledge of Beef” deixam antever o ingrediente protagonista deste restaurante: a carne maturada.

Fica na Rua do Salitre, já na zona do Príncipe Real, esse que é considerado um dos templos da carne em Lisboa. Não é uma churrasqueira, muito menos uma tasca chic. Pode-se dizer que o KOB by Olivier é uma steakhouse sofisticada de carnes maturadas, provenientes de vários países e organizadas por tempo de maturação.

O ambiente é intimista, requintado – uma das constantes nos restaurantes Olivier – e imponente, muito bem decorado e com atmosfera elegante.

Chama a atenção o bar com balcão, na entrada do restaurante, que serve cocktails e outras bebidas preparadas por um barman. Bebidas como whisky sour ou o mojito Oliver (rum, lima, hortelã e espumante) fazem sucesso por lá. O local é ideal para ir ao almoço ou jantar, para um encontro a dois, em família ou com amigos. Sem falar na simpatia do staff, atencioso q.b. e atento para que nenhum detalhe escape.

A carta oferece uma verdadeira viagem às principais origens mundiais de carne maturada, desde os bifes nacionais de novilho ou o bife “KOB”, o americano “Steak Black Angus”, com 35 dias de maturação, ao famoso bife da vazia “Wagyu”, proveniente do Japão, ou da Austrália (esse mais em conta) e considerado um dos melhores do mundo. Destaque também para a carta de vinhos, que promete harmonizações perfeitas entre as carnes .

De acompanhamento, peça o puré de batata com trufas, de comer “rezando” e de chorar por mais. Há também batatas fritas, legumes grelhados (os aspargos estavam deliciosos), batatas a murro, arroz salteado com Portobello… Dentre as carnes, escolhemos um Black Angus New York Steak e o Wagyu australiano. Ambos vieram no ponto, como havíamos pedido, sal na medida e estavam muito suculentas. Acompanhou um vinho tinto alentejano Monte da Peceguina 2016, muito equilibrado e perfeito com as carnes.

De sobremesa, o petit gateau de caramelo com sorbet de limão e o crumble de maçã com gelado de coco estavam fantásticos e vale a pena pedi-los.

Para uma refeição mais económica, há um menu executivo ao almoço, de segunda a sexta-feira com entrada, prato principal, acompanhamento e sobremesa a 16 € euros. Must go!

Glauco
[email protected]o.com
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